Aaaaahhhhh! Mente irrequieta malvada!!!!!
Deixai-me! Porque insistis em tomar conta de mim, porque sois tão invasora?
Deixai-me ir atrás do fogo e sentir a sua queimadura, explorar o gelo e sentir o sangue a parar, ver a abelha, tocar-lhe, e sentir a sua ferroada. Virar-me contra o vento, levantar voo, e tombar no chão como uma pedra…
Porque traís, aquilo que é a vossa essência, de onde emanais, a fonte do vosso ser? Porque receais a tempestade?
Sois minha para sempre, porque me receais perder?
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